domingo, 11 de outubro de 2009

Descansam em paz

O António Jorge...
e o Zé Maria...
faz tempo que já não estão entre nós... descansam em Paz, na eternidade.
Deixaram-nos muita saudade!

Actividades ocupacionais - as mais originais

O Toninho...
e as suas quedas livres...
o Nando...
o amigo das festas...
e o Helder...
com as suas revistas e "leituras"... recheadas de boa disposição.
A Sandra...
e os seus farrapos para chouriços.

Actividades ocupacionais - Arquitectura

O Marco...
com a sua arquitectura e design!...

Actividades ocupacionais - picagem, recorte, dobragem, colagem

O Luís...
vai picotando as folhas...
e com a Cristina
vão preparando os postais de Natal!
A Anabela...
na construção de palhaços!

Actividades ocupacionais - Esponja

O Nel...
e a Inês...
cortam esponja para almofadas!

Actividades ocupacionais - Trabalhar o barro

A Goretti
e a Zaida...
moldam o barro...

Actividades ocupacionais - Tecelagem

A Isabel Cristina...
no tear, vai empeirando a teia.

Actividades ocupacionais - Esmirna

O João Pedro
na Esmirna, faz o logotipo da Associação

Actividades ocupacionais - Tapeçaria

O Rui
e o
Manuel Fernando...
trabalham nos "Tapetes de Arroiolos"

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Breve resumo do HISTORIAL DA ASSOCIAÇÃO VALECAMBRENSE DE PAIS E AMIGOS DO CIDADÃO DEFICIENTE = A.V.P.A.C.D. = 1992 - 2006

A Associação Valecambrense de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente é uma Instituição Particular de Solidariedade Social sediada em Vale de Cambra, que tem como objectivo primordial de actuação, de acordo com o art. 2º do Cap. I dos seus estatutos, a integração social, personalização e bem-estar do cidadão portador de deficiência. A Assembleia constituinte da Associação realizou-se em 02 de Fevereiro 1991, tendo em 02 de Junho do mesmo ano sido publicado no D.R. n.º 149 - III série, a sua certidão notarial de constituição. Em 08 de Julho 1992, a Associação Valecambrense de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente foi registada na Direcção Geral da Segurança Social como Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos com o NIPC 502 661 801. Em Dezembro de 1993 é celebrado o 1º. Acordo de Cooperação entre o CRSS do Centro – Serviço Sub-região de Aveiro e a AVPACD para a resposta social – Centro de Actividades Ocupacionais – CAO. Um 2º. Acordo de Cooperação celebrado em Junho de 1995 entre o CRSS e a AVPACD para a resposta social, Centro de Actividades e Tempos Livres – ATL. O CAO funciona nas instalações cedidas graciosamente pela Fundação Luiz Bernardo Almeida sob a forma de contrato comodato. O ATL desenvolve a sua actividade em edifício cedido graciosamente pelo Instituto de Estradas de Portugal e acolhe essencialmente crianças de agregados familiares com fracos recursos financeiros. A AVPACD tutela as valências de Centro de Actividades Ocupacionais e Actividades de Tempos Livres, em espaços distanciados e cedidos, gratuitamente, o C.A.O. pela Fundação Luís Bernardo de Almeida e o A.T.L. pela J.A.E. O tipo de actividades desenvolvidas são: A.S.U. - Actividades Socialmente Úteis (Tecelagem, trabalhos em corda, culinária); A.O. - Actividades Ocupacionais ( passeios, beleza, expressão plástica, educação física); A.V.D. - Actividades de Vida Diária ( actividades domésticas); A.A. - Actividades Ambulatórias ( Colónias de férias, fisioterapia) e A.S.E. - Actividades Sócio educativas. Uma das componentes essenciais de actuação da AVPACD é a participação e articulação com a comunidade. Assim, a instituição encontra-se aberta à população permitindo a sua colaboração e visitas durante o período de funcionamento da mesma. AVPACD é a única instituição concelhia a prestar apoio à população portadora de deficiência. Na infra-estrutura que se pretende construir dar-se-á continuidade ao trabalho desenvolvido actualmente pela Associação, ao nível das pessoas portadoras de deficiência; o aumento da diversidade e da capacidade de resposta, assim como das faixas etárias abrangidas que, considerando sempre a globalidade da população, estão na génese deste projecto. Será um espaço aberto à população que fomente e concretize a integração e a interacção das pessoas portadoras de deficiência, permitindo a sensibilização, a promoção e a valorização das mesmas, assim como da comunidade em que se inserem, apresentando-se como factor determinante e primordial da sua criação. Prevê-se que o projecto se localize na freguesia de Macieira de Cambra, em terreno a ceder pela Fundação Luís Bernardo de Almeida, no concelho de Vale de Cambra. Os Serviços Técnicos da Câmara Municipal de Vale de Cambra efectuaram o anteprojecto que se encontra já concluído dada a intenção desta entidade em construir um edifício de raiz. Em 1997-98 apresentou-se candidatura à Medida 5 do Programa Sub-Integrar, financiado pelo Fundo Social Europeu, mas a A.V.P.A.C.D. não foi contemplada. Entretanto, construções efectuadas nas proximidades do terreno, que vai ser cedido à A.V.P.A.C.D. pela Fundação Luís Bernardo de Almeida, levaram à reformulação do anteprojecto do futuro edifício. Em 3 de Março de 2002 foram enviados ao Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Aveiro ofício a solicitar a construção do edifício para a A.V.P.A.C.D. assim como o respectivo estudo prévio. Atendendo a que a deficiência é uma realidade social que merece todo o nosso apoio e a todos cabe a responsabilidade solidária no combate à exclusão e marginalização desta franja social vulnerável e fragilizada, é nosso propósito firme a construção de um edifício de raiz que não só dê resposta às actuais valências mas que responda à mais premente das necessidades que é o acolhimento em Lar Residencial de jovens deficientes sem retaguarda familiar. Na prossecução destes nossos objectivos são inúmeras as limitações e dificuldades com que nos deparamos quer de ordem logística quer de ordem financeira. O grande suporte financeiro desta Instituição é o Acordo de Cooperação com a Segurança Social, verba concedida em função do nº. de utentes acolhidos. Todavia esta verba fica muito aquém da despesa mensal fixa com o funcionamento das duas valências pelo que é graças aos donativos das empresas e particulares e às quotas dos sócios que nos tem permitido a concretização dos objectivos no apoio da Acção Social na área da deficiência. O CAO tem como finalidade proporcionar às pessoas portadoras de deficiência profunda e moderada um acompanhamento qualificado e permanente nas actividades de vida diária e actividades socialmente úteis de forma a permitir-lhes a sua valorização pessoal e o desenvolvimento das suas capacidades, minimizando as suas limitações. Apesar do elevado número de pessoas portadoras de deficiência existentes no concelho de Vale de Cambra e sermos a única Instituição a dar resposta nesta área, só conseguimos acolher 20 crianças no ATL e 20 Jovens deficientes no CAO, em virtude de ser a capacidade máxima autorizada para as exíguas instalações que usufruímos. Em 24 de Maio de 2006, através de COMPRA E VENDA – DOAÇÕES, pelo Centro Social Paroquial de S. Salvador do Burgo de Arouca; pelo Padre Vilar e pela Coordenadora Técnica da Instituição, é doado à Associação Valecambrense de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente, uma propriedade rústica com a área de 3.725,93m2 com viabilidade de construção, no lugar da Carvalha, freguesia de Macieira de Cambra. No dia 25 de Maio de 2006 A Associação Valecambrense de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente candidata-se ao Programa PARES – Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais, para a construção de raiz de um Edifício Centro de Actividades Ocupacionais – CAO; construção de raiz do Edifício Lar Residencial e criação da valência Serviço de Apoio Domiciliário – SAD. Em Novembro de 2006, o DSPI de Coimbra notifica a Associação Valecambrense de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente da aprovação das candidaturas ao Programa PARES, com o Plano de Investimento Total dos projectos no valor de 873.439,00€, sendo o financiamento público para o CAO de 146.376,00€ e para o lar Residencial 102.043,76€, cabendo à Instituição a angariação total de 625.019,24€. Atendendo a que a deficiência é uma realidade social que merece todo o nosso apoio e a todos cabe a responsabilidade solidária no combate à exclusão e marginalização desta franja social vulnerável e fragilizada, é nosso propósito firme a construção dos edifícios de raiz que não só dê resposta às actuais valências mas que responda à mais premente das necessidades que é o acolhimento em Lar Residencial de jovens deficientes sem retaguarda familiar.